às vezes, no silêncio da noite, eu fico imaginando nós dois


sábado à noite.
estou sentado no banco do táxi, passando em meio à ruas desertas e escuras, com o frio entrando pela janela e congelando as lágrimas que descem dos olhos, pensando em você e ouvindo às nossas músicas.
o silêncio lá fora, que se confunde com o meu silêncio aqui dentro, é reflexo do vazio que você deixou quando se foi.
a lua no céu chorando estrelas e as velas acessas em minhas orações iluminando o caminho jamais serão o suficiente pra poder me fazer enxergar o meu caminho de volta pra casa, mas mesmo assim, eu mantenho todas as velas acesas, pois sei que um dia você vai voltar e vai me encontrar atravéz desse caminho.
em meu caminho pra casa, revivo cada momento na minha cabeça e me perco dentro das lembranças à ponto de amanheçer em mim e a noite continuar tão escura quanto antes.
em meu caminho pra casa, revejo o brilho dos teus olhos em meu coração e, enfim, posso dormir.

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